
O Homem e o Espectro
Na véspera do Natal, o químico Redlaw recebe a visita de um espectro que é o seu próprio duplo e aceita um pacto: esquecer todas as mágoas e injúrias do passado. O dom tem um preço. Ele passa a transmiti-lo a todos de quem se aproxima, e quem perde a memória da dor perde junto a compaixão e a ternura. É a última e a mais sombria das novelas de Natal de Dickens (1848), escrita no ano em que ele perdeu a irmã. O livro sustenta que é lembrando os agravos que se aprende a perdoá-los.
Sobre esta edição: a tradução do Clube do Livro (1947), sem tradutor identificado, foi revista e modernizada por PR Callegari e corrigida a partir do original inglês. Os trechos suprimidos em 1947 foram restaurados em tradução nova. A edição traz apresentação, nota editorial e apêndice com todas as correções.
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