
O Wagner que Hitler amou
Trechos selecionados da autobiografia de Richard Wagner, Minha Vida
Hitler transformou Wagner numa devoção que começou na adolescência e chegou à casa da família do compositor, em Bayreuth. Mas o que, exatamente, ele encontrou ali? Este livro procura a resposta no próprio Wagner: na autobiografia que ele ditou pensando em dois leitores, a mulher, Cosima, e o rei Ludwig II da Baviera.
Os trechos foram selecionados para mostrar o homem além da partitura: a ambição, as dívidas, a revolução, os amores, a vaidade e as passagens que incomodam, deixadas onde ele as pôs. Uma autobiografia não diz o que Hitler leu nela. Diz o que estava lá para ser lido.
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